quinta-feira, 26 de março de 2009

JJ


''Oh Lord won't you buy me a mercedez benz?''

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ouve...


...a música.

A música que provém do teu coração, abraça-te e ouve-a fluir, do coração entre sístoles e diástoles, aos pulmões, inspirando e expirando cada nota, cada harmónico, que passam para o estômago e te arrepiam, cada tom que entra no cerebro que te provoca um choque electrico, cada sinapse que faz correr a melodia, saltitando de nódulo em nódulo, percorrendo a tua medula espinhal como uma clave de sol retorcida, num tempo de quatro sobre quatro onde os teus anticorpos opsonizam as semi-colcheias e as breves enchem o sangue de movimento. Ouve dentro de ti o bemol da raiz dos teus cabelos e o sustenido do teu nervo óptico. Sente o allegro caminhar na tua saliva, o mezzo perfurar os teus poros e o diminuendo sair do teu canal lacrimal. Sente uma pauta completa entar-te pelo ouvido, passar pelo estribo e pelo martelo, passando também pela cóclea e depois nos terminais sensitivos que captam todos os sons e te provocam uma das melhores sensações de sempre...

segunda-feira, 16 de março de 2009

A pacífica


O que é para ti a paz?

Mais concretamente, a paz interior?

Como defines esse conceito, cada vez mais subjectivo nos dias que correm...?


A paz dentro de ti.

É o que te acalma? Ou é a tua aceitação interior?

A capacidade de amares o teu interior, a tua essência e o teu espírito. A responsabilidade de te conheceres e seres capaz de te gerir.

E onde vai a tua paz, de encontro com a dos outros?

domingo, 8 de março de 2009

Quando for grande...


...quero ser hippie.

Tenho um bocadinho dentro de mim, mas que não despoleta cá para fora sempre talvez por falta de coragem, ou mesmo até por ser um pouco eclética e dar margem a muitos estilos de vida. Mas não quero ser arrojada, nada de chamar as atenções, gosto do que é discreto, não quero gritar estereotipos.

Mas deixa-me confortavel.

Tantas vezes que sonho com isso.

Outras tantas que escrevo, que oiço, até que cheiro.

E digo outra vez: Quando for grande, quero ser HIPPIE!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Pensador


Às vezes sinto que os meus pensamentos são demasiado grandes para a minha pequena cabeça, que as minhas emoções são infinitamente gigantes para o meu finito coração, que os meus sonhos são muitos para o tempo que ainda me resta. Desejos intimamente ridículos, mas se não o fossem, não seriam desejos de todo. Eu dei vida a ideias. Ideias que por vezes fogem-me pelas mãos, querendo a minha atenção, só porque as deixei desarrumadas lá no fundo da gaveta, mas eu não lhes posso dar vida agora. Porque agora tenho vida para dar à vida ela própria. Venham as ideias uma de cada vez, para que possa ser atenciosa com cada uma delas como deve de ser. Para que possam ser plenas na minha consciência. Ideias em carreirinhas que nunca mais acabam, umas para serem partilhadas, outras nem por isso. Não é que seja egoísta, mas há aquelas que somos nós mesmos e essas ficam cá dentro, tão dentro que nem nos apercebemos delas, de que são ideias. Nem damos por isso e de repente, já ''somos''. Já está quase a acabar a linha seguida de pensamento. Ela acaba num infinito imenso de novos pensamentos. É aí que está a alma do pensador.

Eu já...


As coisas são como são. Não há nada a fazer. Não posso pedir para ser de outra nação, de outra raça e muito menos de outro mundo. Mas a pulsação rítmica da corrente da vida leva-me a querer coisas diferentes e sair do monótono movimento ''vital'' que nos obriga a seguir um sistema de regras e conceitos pré-estabelecidos construídos consoante as tendências de cada época. Já imaginaram, cantar e festejar um mundo sem fronteiras? Eu já...

Fotografia


Começou sorrateira, como quem não quer a coisa, mas em dois tempos fez a minha alma saltitar de ambição. Quero beber das suas raízes, desde as peliculas mais simples aos mais actual programa de computador. Sim, estou a falar da fotografia. E porque não falar duma paixão, desta paixão que tenho à imenso tempo?


Quando vi pela primeira vez o meu pai a clicar maravilhosamente naquela antiga Nikon analogica (que agora herdei precocemente ;P) fiquei fascinada com a capacidade de tal objecto reter um momento, reter o tempo no seu interior e mais tarde cair-nos na mão um pedaço de papel com o tempo gravado para poder ver e rever eternamente.


Assim sendo, na calçada ígreme do meu espírito, nasceu esta paixão pela fotografia...

quarta-feira, 4 de março de 2009

Who are we?


We continue to alienate ourselves from earth...

Esteróides anabolizantes?


De VOLTA à rotina...

Com a cabeça já cansada!

MAS!


Com um alívio no CORAÇÃO...