As coisas são como são. Não há nada a fazer. Não posso pedir para ser de outra nação, de outra raça e muito menos de outro mundo. Mas a pulsação rítmica da corrente da vida leva-me a querer coisas diferentes e sair do monótono movimento ''vital'' que nos obriga a seguir um sistema de regras e conceitos pré-estabelecidos construídos consoante as tendências de cada época. Já imaginaram, cantar e festejar um mundo sem fronteiras? Eu já...
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário